Livros a caminho!

Acabo de voltar dos Correios. Isso significa que todos os apoiadores do Financiamento Coletivo do livro Tarot: a chave da sabedoria estarão recebendo seus exemplares autografados em breve!

É uma sensação muito boa poder compartilhar essa informação, pois é um fim de ciclo: tudo começou com uma ideia, ela tomou força e foi se tornando real conforme cada um apoiava o projeto, e, finalmente, ela se concretiza.

Gratidão a todos vocês!

Agora, se você perdeu o financiamento coletivo do livro e quer adquiri-lo, clique aqui. Você será redirecionado à página do PagSeguro onde poderá fazer o pagamento – o livro Tarot: a chave da sabedoria pode ser seu por R$ 60,00 (frete incluso).

Uma dica importante

“Uma boa leitura de tarot, assim como uma boa psicoterapia, revela o que estava escondido, ilumina o (possível) caminho à frente, e sugere quais atitudes e ações tendem a ser produtivas.
(…) termine a sessão de uma maneira que enfatise dramaticamente o que é mais útil e mais importante para o consulente se lembrar.”

-Dra. Elinor Greenberg, Gestalt-Terapeuta e taróloga
(em tradução livre)

Passividade ou atividade?

Criado por Jacob Andrews

Algumas pessoas têm uma atitude passiva com relação ao tarot. Elas acreditam demais no destino, aceitando que tudo o que acontece com elas é pré-determinado, como se Maktub! fosse a resposta para tudo.

Isso é passividade. É encarar o tarot apenas como um oráculo que visa revelar um destino que não pode ser alterado.

Busco trazer uma outra atitude para meus clientes: quero que eles deixem esse lado passivo de lado e passem a atuar com atividade real. Permito que eles compreendam que não são peões num jogo, mas verdadeiros co-criadores de seus destinos.

Eles passam a compreender que as cartas revelam aquilo que tende a acontecer se nada mudar e, de posse desse conhecimento, passam a atuar de maneira a moldar sua realidade de acordo com sua Verdadeira Vontade.

Manifeste seu destino. Crie seu destino. Mude seu destino.

É assim que você se torna verdadeiro herói na sua vida, e não apenas uma personagem secundária.

Ou, para você, o destino é imutável?

Aproveitando sua leitura ao máximo

10oSCerto, caros tarólogos que costumam visitar minha página, esta postagem não é para vocês. Não mesmo. Vão tomar um café, passear um pouco, entrar no TV Tropes e se perder em meio a tanta informação divertida ali…

Esta postagem é para as pessoas que vão até vocês buscando orientação: os clientes.

Então, tarólogos, chispem daqui. Agora!

…segundos depois…

Estamos só nós dois agora? Só eu e você, cliente? Ótimo. Relaxe enquanto conversamos.

O que quero apresentar a você hoje é uma das formas de melhor aproveitar sua leitura de tarot. Sabe, não preciso lembrar a você que, via de regra, tarólogos cobram por minuto ou por um determinado número de perguntas, então vamos fazer seu investimento render e tornar sua consulta com um tarólogo a melhor que pode ser.

Certo? Ótimo. Vamos lá.

Apresente-se e diga a que veio. É muito melhor quando o tarólogo sabe qual é a razão da consulta, pois ele pode focar nas questões que mais lhe são pertinentes no momento. E fique à vontade para dizer que o motivo é só curiosidade se isso for verdade: é melhor lidar com a sinceridade de quem busca do que com a falsidade de quem despreza. Existe uma diferença muito grande entre a pessoa que procura um tarólogo e se mostra curiosa acerca do método e aquela que aparece já dizendo que não acredita em nada daquilo e quer apenas testar as habilidades psíquicas (?) do tarólogo (e sim, já encontrei pessoas assim).

Quando achar que precisa, faça perguntas e interrompa seu tarólogo. Se algo que está sendo dito parece importante para você, isso acontece por uma razão. Então, vá em frente e se faça ouvir.

Se algo não ficou claro, volte ao ponto discutido anteriormente. É melhor sair da consulta sem dúvida alguma acerca do que foi dito, pois você precisa entender as orientações que lhe forem passadas.

Havendo um assunto que lhe preocupe, escreva as perguntas que quer fazer antes da consulta e traga suas anotações. O foco já estabelecido pode ajudar na interpretação e, se algo não estiver claro nem para você quando pensar em escrever suas dúvidas, a interação com seu tarólogo vai ajudar a esclarecer isso. Lembre-se de que o tarólogo está ali para orientar você, e isso se aplica também às questões que você quer respondidas.

Respire e relaxe. Sério. Tarólogos não estão ali para julgar você, nem são donos das verdades absolutas do mundo, querendo amaldiçoar você como alguns filmes demonstram. Tenha a mente aberta, exponha seus receios, e converse sobre isso. Nenhum tarólogo que se preze vai querer amedrontar você por razão alguma, nem mesmo fazendo caretas e dizendo oh! e ah! e nossa! a cada carta que sair (insira a sua música tétrica de fundo).

Confie. Tarólogos prezam por sua confidencialidade e não vão discutir sua vida com ninguém mais. Na dúvida, pergunte sobre código de ética ou algo do tipo para saber mais sobre o tarólogo com quem vai se consultar, pois todos os profissionais sérios têm limites quanto aquilo que irão fazer. Além disso, lembre-se que, enquanto você pode anotar o que for dito ou mesmo gravar (nunca me importei com clientes que desejassem ter o áudio da consulta), nenhum tarólogo que conheço faz o mesmo – normalmente, minutos depois que você já foi embora, o tarólogo terá de se focar em outras questões, em outros clientes, e logo esquecerá o que foi discutido com você.

E você, tem outros hábitos que podem contribuir no melhor aproveitamento de uma consulta com um tarólogo?