Livros a caminho!

Acabo de voltar dos Correios. Isso significa que todos os apoiadores do Financiamento Coletivo do livro Tarot: a chave da sabedoria estarão recebendo seus exemplares autografados em breve!

É uma sensação muito boa poder compartilhar essa informação, pois é um fim de ciclo: tudo começou com uma ideia, ela tomou força e foi se tornando real conforme cada um apoiava o projeto, e, finalmente, ela se concretiza.

Gratidão a todos vocês!

Agora, se você perdeu o financiamento coletivo do livro e quer adquiri-lo, clique aqui. Você será redirecionado à página do PagSeguro onde poderá fazer o pagamento – o livro Tarot: a chave da sabedoria pode ser seu por R$ 60,00 (frete incluso).

Tradições místicas e o Todo

Estava relendo um livro antigo, isso me levou a outras releituras, e, por fim, acabei voltando à Tábua de Esmeralda, numa tradução feita por Sir Isaac Newton. Transcrevo aqui minha versão dessa tradução, para chamar a atenção de um ponto interessante:

É verdade, certo e muito verdadeiro:
O que está em baixo é como o que está em cima e o que está em cima é como o que está em baixo, para assim realizar os milagres da coisa única.
E assim como todas as coisas vieram do Um, assim todas as coisas são únicas, por adaptação.

No livro Tarot: a chave da sabedoria (cuja campanha de financiamento coletivo vai começar dia 1º de março de 2017), discorro um pouco sobre os números, em especial para explicar os Arcanos Menores do tarot. Mas o ponto que gostaria de discutir hoje foi aquele que grifei: a coisa única.

Sabe por quê? Bem, eu falei de releituras, não? Um dos livros foi The Hidden Church of the Holy Grail, cujo autor é um velho conhecido nosso no mundo do tarot: Arthur Edward Waite. E esse livro, coincidentemente, foi lançado no mesmo ano em que o nosso querido tarot RWS foi editado. Só uma coincidência, certo?

Vamos ao trecho que me chamou a atenção (novamente, em uma versão rústica minha do original, em inglês):

Ao falar da Tradição Secreta, as iniciações são muitas, tantas quantas as Escolas de pensamento, mas aquelas que são verdadeiras Escolas e aquelas que são grandes Ordens parte de uma única raiz. Est una sola res, e aqueles cujos corações de contemplação estão focados nessa coisa única podem discordar, mas nunca completamente.
*Est una sola res: é uma coisa única

Tradições místicas, grandes Ordens, filosofias ancestrais… Tudo e o Todo: não importa o que sejam, no fim das contas, são uma coisa única.

Assim, pensando na nossa responsabilidade como tarólogos, isso nos leva a refletir sobre nossa jornada: afinal, aquilo que queremos alcançar, em suma, é o Arcano XXI. O Mundo — É esse o Arcano da coisa única.

Atingindo suas metas

10oWO 10 de Paus é uma carta interessante. Por ser uma carta que lida com o princípio do reinício do elemento fogo, ela mostra como nos sobrecarregamos enquanto estamos em jornada, como se carregássemos o mundo nas costas, ou mesmo como se estivéssemos nos últimos metros de uma maratona e precisássemos reunir todas as nossas forças.

É essa a carta que uso para ilustrar alguns dos erros que cometemos ao tentarmos atingir as metas a que nos propomos. São 5 esses erros:

Não definir corretamente a meta é o primeiro erro. Algumas pessoas tentam definir metas genéricas demais, e isso se torna complicado para alcançar. Pense, por exemplo, na meta não vou me estressar no trânsito – isso significa não se estressa com os acontecimentos ao seu redor enquanto você dirige, ou engloba também os problemas que você carrega consigo que se originaram antes de ir para o volante? Não seria mais fácil estabelecer como meta vou dirigir com calma e sem pressa para chegar no meu destino?

Definir uma meta fora do seu controle é o segundo erro. Você não é responsável por aquilo que os outros entendem: sua responsabilidade se limita a aquilo que você diz. Definir uma meta que dependa da ação (ou omissão) de outra pessoa é deixar de ter o controle em alcançá-la.

Tornar a meta cada vez maior é o terceiro erro. Não adianta deixar a meta aberta e, quando alcançá-la, dobrar a meta. Ao contrário: é preciso definir pontos específicos que devem ser alcançados e, em alguns casos, até mesmo definir sub-objetivos – passos que devem ser dados para atingir o objetivo maior. – Quanto mais claros esses sub-objetivos, mais facilmente você poderá mensurar o quão perto está de atingir sua meta.

A falta de ferramentas que possibilitem atingir o objetivo é o quarto erro, e geralmente é atrelado ao erro anterior. Se, para alcançar o que você quer, é preciso que você consiga outra coisa antes, estabeleça como meta atingir aquilo primeiro! Não se voa antes de correr, não se corre antes de engatinhar, não se engatinha antes de nascer.

E o quinto erro, o mais comum (e um que muitas vezes eu mesmo cometo) é o de sabotar a si mesmo. Procrastinar por conta de outras coisas é uma faceta, mas há pessoas que começam a pensar que não merecem atingir o sucesso (tanto por terem ouvido isso diversas vezes ou por um sentimento desmedido e desvirtuado de humildade) e deixam de fazer aquilo que está ao seu alcance para atingir sua meta. Isso inclui, por exemplo, pessoas que podem alcançar sua independência mas, temendo perder a atenção que recebem, deixam de agir. Autossabotagem é um mal que precisa ser combatido o quanto antes.

E você, vê outros erros que as pessoas cometem que as impede de atingir suas metas?